Organização, controle e eficiência traz economia no almoxarifado da SAE

Organização, controle e eficiência traz economia no almoxarifado da SAE

Organização, controle e eficiência traz economia no almoxarifado da SAE

Trabalhando de acordo com as  orientações do Prefeito Lucas Pocay para que os serviços públicos sejam mais eficientes, com parâmetro de controle rigoroso, objetivando a economia do dinheiro público, a atual administração da SAE - Superintendência de Água e Esgoto de Ourinhos, vem realizando várias ações na gestão dos seus recursos financeiros.

 

Desde o início do governo, uma das maiores preocupações da administração da SAE foi com a regularização de diversas irregularidades existentes no almoxarifado. Motivo de apontamentos pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE), essas irregularidades contribuíram para a rejeição das contas da autarquia em 2012 e 2013, e nunca haviam sido sanadas, representando perdas expressivas de recursos.

 

Inúmeros apontamentos feitos pela fiscalização do TCE no gerenciamento adequado de seus estoques como: a inexistência de rotinas e procedimentos de recebimento, armazenagem, distribuição e controle de estoque, a guarda e conservação de materiais de forma inadequada e sem condições de uso culminando em desperdício de dinheiro.

 

Tendo como referência o Relatório de Fiscalização emitido pelo TCE, a administração da SAE desenvolveu um plano de trabalho visando corrigir as irregularidades apontadas. Criou o Almoxarifado Central, está adequando a sua estrutura física, finalizando o inventário geral e alimentando com os dados atuais o sistema informatizado de controle de estoque.

 

A adoção dessas medidas vem melhorando os procedimentos de compras e contribuindo para redução de despesas com materiais de consumo como, combustíveis, lubrificantes automotivos, peças para manutenção de veículos, alimentos, material de limpeza, entre outros.

 

Com uma gestão eficiente do Almoxarifado da SAE, atendendo as recomendações do Prefeito Lucas Pocay, seguindo a risca as orientações e normas dos  órgãos fiscalizadores, garante, além do uso racional dos recursos financeiros, que os servidores terão à sua disposição a quantidade de mercadoria suficiente e a tempo para atender as necessidades operacionais na prestação do serviço público realizado pela SAE aos munícipes.

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